terça-feira, março 17

Mensagem teste do Teatro Magico

Acordei, tomei banho,me arrumei, tomei café, fui trabalhar. Cheguei no escritório, abri meu e-mail (todo dia a mesma coisa) e o que eu encontro? Um e-mail com o titulo "mensagem teste do teatro magico" quando li tocou meu tum tum :') serio parece que foi pra mim ... assustador o.O



Mensagem teste do Teatro Magico

Parado aqui, mas olhando, através dos olhos de quem partiu, pra alguém que ficou... Não seguiu as suas próprias regras. Eu tinha diante de mim um mar que se chama solidão, que me chamava viver com ele este estado bipolar de tédio e euforia barata. Um mar cujas vagas vinham me beijar e afundavam meus pés na beira da praia, isso sempre me deu medo. Quanto desencontro ainda haverá nessa nossa vida? Mas antes de mentir eu procurei te dizer a verdade, só que tu não quiseste ouvir, agora é contigo, escolha no que acreditar; uma mentira contada com sinceridade ou uma verdade absolutamente duvidável. Se o pouco que tem, ainda tiver algum sentido então ainda há muito que fazer, até por que agora não há mais alternativa, nem onde se esconder é preciso trabalhar. A vida é um mapa de palavras cruzadas, um criptograma onde nada se encaixa e as pista s eram as letras ‘M’ e ‘A’, o resto eu apaguei sem ler. Eu te ofereço abrigo e carinhos pras feridas com as quais o tempo te presenteou. Confesso que eu mesmo ainda estou me recuperando de tudo, mas isso não é empecilho. Também posso cuidar de ti. Lembra quando este caos era só uma possibilidade, e a insegurança era só uma fraca sombra? Hoje eles têm peso, substancia e malícia. Agora estamos longe de onde gostaríamos de estar embora aqui seja um lugar quase tranquilo, quase livre, quase romântico... Que mal há em acertar as contas com o tempo? Ontem encontrei com alguns dos nossos antigos amigos, me perguntaram por que não atendo mais meu telefone, por que eu não respondo e-mails e por que eu desapareci... Gargalhei alto pra mudar de assunto e não dizer no que ando pensando. Garanto-te que eu não vou rir de tudo isso.

Ps: Parabéns Renatida, te amo pequena s2

sexta-feira, março 13

Não pode estar vivo - você come lixo - você come poluição

Sinto muito, o problema é que não consigo acreditar nesse “Deus” que todos falam.
Deus ta dentro da gente!E o Diabo também, bem e mau juntinhos dentro de cada um, e temos as escolhas a serem feitas.
Você faz o bem e colhe o bem, faz o mau e colhe o mau.
Energia positiva atrai energia positiva, energia negativa atrai energia negativa, sako?
Acredito na espiritualidade e até acho que realmente exista algo grande e desconhecido alem dos nossos olhos.
Mais não venha me falar que Jesus era filho de “Deus”, ta o cara foi foda, mudou o mundo com uma forcinha dos romanos é lógico, mais Maria era virgem e deu a luz ao filho de Deus? De verdade pra mim parece conto de fadas (e olha que eu gosto de conto de fadas) .
Serio to pegando raiva da maioria das doutrinas religiosas que existem. Nuss ainda mais se for cristã.
Deus é tão bom e prega tanto preconceito? Machistas, Homofóbicos e até mesmo racistas, tudo em nome de Deus? Nuss imagina se ele fosse do mau né?
Quanto mais eu leio, fico interessada e procuro aprender , mais eu deixo de acreditar.
Enfim o que realmente importar e fazer o bem né?



Só pra descontrair =)


Ps¹: até que tenho uma pequena inveja de quem consegue se livrar dos problemas com o auxilio desse Deus.
Ps²: Feliz Sexta Feira 13 \,,,/

domingo, março 8

Arte de ser Bailaora!


Ufa!

mais um espetáculo! Parabéns para nós Bailaoras!
Mais não é só um espetáculo de dança e sim de amizade, união, força, sacrifício como deixar marido e filhos em casa, sair mais cedo do trabalho, faltar aos estudos, gastar o dinheiro que se quer tinha e tantos outros.
Agora conseguimos ver quanto valeu a pena todo esse esforço.
Como é bom sentir esse “friozinho” na barriga saber que tem tanta gente que nos ama na platéia ansiosa pra nos ver bailar, tanto ensaio para durar poucos minutos, minutos inesquecíveis.
Como é bom saber que nós Bailaoras emocionamos tanta gente, gente que talvez nem conhecemos.
Parabéns para nós, professoras, alunas e amigos que tornamos possível mais um espetáculo.

sexta-feira, março 6

Ovelha Negra


Aaah eu sei que passou o Carnaval, mais não resisti em compartilhar =)
Ps¹: Pensa que incrível um Carnaval só com musica Boa (y)
Ps²:Esse foi o pior Carnaval da minha vida ¬¬

domingo, março 1

Down

Eu me flagrei pensando em você,
em tudo o que eu queria te dizer
Numa noite especialmente boa,
Não a nada mais que a gente possa fazer
"Prefiro pensar que é só saudade e TPM"

sexta-feira, fevereiro 20

Ufa! (desabafo)

Sabe alívio? Quando parece que saiu um elefante das suas costas?
To me sentindo assim =)





Aos poucos as coisas vão melhorando
Pelo menos eu acho...
eu sempre no máximo acho
(não me atrevo a ter certeza de mais nada)

quarta-feira, fevereiro 18

Confissão de Cabôco - Zé da Luz‏




Seu duotô, sou criminoso.
Sou criminoso de morte.
Tou aqui pra mim intregá.
Voimicê fique sabendo:

- Quando a muié traz a sorte
De atraiçoá o isposo
Só presta para se matá.

Nunca pensei, seu doutô
Qui a mão nêga do distino,
Merguiasse as minhas mão
No sangue dos assarcino!

Vô li pidí um favô
Ante de vossamercê
Mim butá daqui pra fora:
- É a licença do doutô
Pr'eu li contá minha histora.
Sinhô dotô delegado,
Digo a vossa sinhuria
Qui inté onte fui casado
Cum a muié qui im vida
Se chamô ROSA MARIA.

Faz dez mês qui se gostemo,
Faz oito qui fumo noivo
Faz sete qui nós casêmo.

Nós casêmo e nós vivia
Cuma pobre, é verdade,
Mas a gente se sentia
Rico de filicidade!

Pras banda qui nós morava,
No lugá Chã da Cutia,
Morava tombém um cabra
Chamado Chico Faria.

Esse cabra, antigamente,
Tinha gostado de Rosa,
Chegaro, inté a sê noivo,
as num fizero a "introza"
Do casamento, prumode
Mané Uréia de bode,
Qui era padrim de Maria
Tê dismanchado essa prosa.

Entoce, o Chico Faria,
Adispois qui nós casêmo,
In cunversa, as vez dizia,
Qui ainda mi dava fim
Pra se casá cum Maria.

Dessa coisa eu sabia,
Mas nunca dei importança.

Tinha toda cunfiança
Na muié qui eu tanto amava,
Ou mais mió, adorava...
Cum toda a minha sustança!

Dispois disso, o meu custume
Era vivê trabaiando
Sem da muié tê ciume.

A muié pru sua vez
Nunca me deu cabimento
Deu pensá qui ela fizesse
Um dia um farcejamento.

Mas, seu doutô, tome tento
No resto da minha histora,
Qui o ruim chegô agora:

Se não me farta a mimora,
Já faz assim uns três mêis,
Qui o cabra, Chico Faria,
Todo prosa, todo ancho,
Quage sempre, mais das vêz,
Avistava o meu rancho.

Puralí, discunfiado
Como quem qué e não qué,
Eu fui vendo qui o marvado
Tentava a minha muié.

Ou tentação ou engano,
Eu fui vendo a coisa feia!
Pru derradêro eu já tava
C'a mosca detrás da uréia.

Os tempo foi se passando
E o meu arriceiament
Cada vez ia omentano.

Seu dotô, vá iscutano:

Onte, já de tardezinha
meu cumpade, Quinca Arruda,
Mi chamô pra nós dança
Num samba - lá na Varginha,
Na casa do mestre Duda.

Mestre Duda é um cabôco,
Um tocado de premêra.
É o imboladô de côco
Mió daquela rebêra.

Entonce Rosa Maria,
Sempre gostou de samba,
Mas, porém, de tardezinha
Me disse discunfiada,
Qui pru samba ela não ia,
Qui tava munto infadada,
Percisava se deita...

Eu fiquei discunfiado
Cum a preposta da muié!

Dispois qui tomei café,
Quage puro sem mistura,
Cum a faca na cintura
Fui pru samba, fui sambá.

Cheguei no samba, dotô.
Repare agora, o sinhô,
Quem era qui tava lá?

O cabra Chico Faria.
Qui quano foi me avistando,
Foi logo mi preguntando:
- Cadê siá dona Maria,
Num veio não, pra dançá?

- Não sinhô. Ficô im casa.
Pru cabôco arrispondí.

Senti, entonce uma brasa
Queimano meu coração,
Nunca mais pude tirá
As palavra desse cabra
Da minha maginação.

Perdí o gosto da festa
E dançá num pude não.

O cabra, pru sua vez
Num dançava, seu doutô.
De vez im quando me oiva
Cum um oiá de traidô.

Meia noite, mais ou meno,
Se dispidino do povo
Disse: - Adeus, qui eu já vô.

Quando ele se arritirô,
Eu tombem me arritirei
Atraiz dele, sim sinhô.
Ele na frente, eu atrais.
Se o cabra andava ligêro,
Eu andava munto mais!

Noite iscura qui nem breu!

Nem eu avistava o cabra,
Nem o cabra via eu!

Sempre andando, sempre andando.
Ele na frente, eu atrais.

Já nem se iscutava mais
A voz do fole tocando
Na casa do mestre Duda!

A noite tava mais preta
Qui a cunciênça de Judá!

Sempre andando, sempre andando.
Eu fui vendo, seu doutô,
Qui o marvado ia tumando
Direção da minha casa!

Minha casa!... Sim sinhô!

Já pertinho, no terrero
Eu mim iscundí pru detraiz
De um pé de trapiazêro.

Abaixadim, iscundido,
Prendi a suspiração,
Abri os óio, os ouvido,
Pra mió vê e ouvi
Qua era a sua intenção.

Seu doutô, repare bem:

O cabra oiando pra traiz,
Do mermo jeito, qui faiz
Um ladrão pra vê arguém,
Num tendo visto ninguém,
Na minha porta bateu!

De lá de dentro uma voiz
Bem baixim arrispondeu...

Ele entonce, cá de fora:
- Quem ta bateno sou eu!
De repente abriu-se a porta!

Aí seu doutô, nessa hora
A isperança tava morta,
Tava morto o meu amô...

No iscuro uma voiz falô:

- Taqui, seu Chico, essa carta,
Qui a tempo tinha iscrivido
Pra mandá pra voismicê.
Pru favô num leia agora,
Vá simbora, vá simbora,
Qui quando chegá im casa
Tem munto tempo pra lê.

Quando minhas oiça ouviu,
As palavra qui Maria
Dizia pru disgraçado,
Eu fiquei amalucado,
Fiquei quage cuma loco,
Ou mio, cumo um cabôco
Quando ta chêi de isprito!

Dum sarto, cumo um cabrito,
Eu tava nos pés do cabra
E sem querer dei um grito:

- Miserave! E arrastei
Minha faca da cintura.

Naquela hora dotô,
Eu vi o Chico Faria,
Na bêra da sipurtura!

Mas o cabra têve sorte.

Sempre nessas circunstança
Os home foge da morte.

Correu o cabra, dotô
Tão vexado, qui dêxou
A carta caí no chão!

Dei de garra do papé,
O portadô da traição!

Machuquei nas minha mão,
A honra, douto, a honra
Daquela farsa muié!

Dispois oiando pra carta
Tive pena, pode crer,
De num tê prindido a lê.
Nas letra alí iscrivida
O qui dizia Maria
Pru marvado traidô.

Tive pena, sim sinhô.
Mas, qui haverá de fazê
Se eu nunca prindí a lê?

Maria mi atraiçuô!

Essa muié qui um dia,
Juêiada nos pé do artá
Jurou im nome de Deus
Qui inquanto tivesse vida,
Haverá de mim honrá
E mim amá cum todo amo.

Cum perdão do seu doutô.
Quando eu vi a miserave
Na iscurideza da noite
Dos meu oio se iscondê
Sem dêxá nem sombra inté
Entrei pra dentro de
mi vingá da muié.

Douto, qui hora minguada!
Maria tava ajuêiada,
Chorando, cum as mão posta
Cumo quem faz oração.
Oiando pra eu pedia,
Pelo cali, pela osta,
Pru Jesus crucificado,
Pelo amo qui eu li amava
Qui num fizesse isso não.

Eu tava, doutô, eu tava
Cego de raiva e paixão.

Sem dizê uma palavra,
Agarrei nas suas mão,
Levantei ela pra riba
E interrei inté o cabo,
O ferro da parnaíba
Pru riba do coração!

Sarvei a honra, doutô,
Sarvei a honra, apois não!

Dispois qui vi a Maria
Caí sem vida no chão,
Vim fala cum vosmicê,
Vim cunfessá o meu crime
E mim intregá as prisão.

Se o sinhô num acredita
Se eu sô criminoso ou não,
Tá aqui a faca assarcina
E o sangue nas minhas mão.

Cumo prova da traição,
Tá aqui a carta, doutô.
Li peço um grande favô:

Ante de vossa-sinhuria
Mi mandá lá para prisão
Me lêia aqui essa carta
Pr'eu sabê cumo Maria
Perparava essa trição!

A CARTA

"Seu Chico:

Chã da Cutia.

Digo a vossa senhoria
Que só lhe escrevo essa carta
Pru senhor ficar sabendo
Que eu não sou a mulher
Que o senhor tá entendendo.

Se o senhor continuar
Com os seus disbiques atrevidos
O jeito que tem é contar
Tudo, tudo a meu marido.

O senhor fique sabendo
Que com seu discaramento,
Não faz nunca eu quebrar
O sagrado juramento
Que eu jurei nos pés do altar,
No dia do casamento.

Se o senhor é inxirido,
Encontrou u'a mulher forte,
O nome do meu marido
Eu honro até minha morte!

Sou de vossa senhoria,

Sua criada.

MARIA."

- Doutô! Doutô mi arresponda
O qui é qui eu tô ouvindo?
Vosmicê leu a carta,
Ou num leu, ta mi inludindo?

- Doutô! Meu Deus!
Seu doutô,Maria tava inucente?
Me arresponda pru favo!

Inocente! Sim, senhor!

Matei Maria inucente!

Pru que, seu doutô, pru que?

Matei Maria somente
Pruque num aprendi a lê!

Infiliz de quem num leu
Uma carta de ABC.

Magine agora o doutô,
Quanto é grande o meu sofrê!

Sou duas veiz criminoso,
Qui castigo, seu doutô!

Qui mizera! Qui horrô!
Qui crime num sabê lê!
Zé da Luz

quarta-feira, fevereiro 4

Logo eu que gostava tanto de sentir.

Nada mais me conquista.
Tornei-me oca por dentro.
Eu imploro, por favor, surpreenda-me!
Sinto falta de sentir.




Ps¹:Quando mesmo que a Abstinência ia passar?
ps²:Não sei se devo confiar nas coisas que escrevo quando estou de tpm....

quarta-feira, janeiro 28

A Arte do Grafitti de tricô

Mais conhecido como Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), é um movimento criado nos Estados Unidos que vem ganhando adeptos ao redor do mundo, o esquema é encapar propriedades públicas com tricô! Incrível não?
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
O movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas, tudo é muito anos 70 totalmente psicodélico rss...
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Adorei essa idéia, serio deu até vontade de aprender a tricotar, se um dia você estiver andando por nossa linda Poá e ver coisa parecida, pode ser que seja eu rsss zoeira, não sei nem pregar botão imagina empacotar um ônibus com tricô ;)

sexta-feira, janeiro 16

Sorte de hoje: A pessoa que lê sua sorte não está se sentindo bem. Esperamos que você esteja.

Orkut me assusta....

quarta-feira, janeiro 14

Mais que borboletas na barriga...

"Vi, não vivi
Não senti onda por ti, não senti
Nem o menor apetite
Não senti o tremelique"





Me desculpe,é mais complicado do que você imagina,

só nao posso te falar o porque.

segunda-feira, janeiro 12

Minhoca de metal

Ontem quando eu voltava do show do Zé Geraldo o Clayton dormiu, e eu comecei a brisar em como o trem é mágico! Ele aproxima as pessoas você nunca sabe ao lado de quem vai sentar, que conversar vai ouvir, acaba conhecendo pessoas sem nem saber quem são, conhece só porque sempre pegam o mesmo vagão que você e os ambulantes? Sempre são os mesmos não importa se você vai sentido guaianazes ou estudantes, só entrar no trem com uma galera positiva que da vontade de cantar, e quem nunca ficou pensando no que aquela pessoa estava a pensar? E quem nunca ficou reparando no que eles lêem no trem?

Até que eu gosto da minhoca de metal de cada dia. (:

___________________________________________________________________________________

Já o show foi lindo, la no espaço cultural da vergueiro lugarzinho aconchegante e quente! como sempre o Zé nos surpreendendo.
Conheci gente legal e do bem, como o Clayton mesmo disse " um ótimo programa para uma tarde de domingo" ou coisa parecida rss...

E um pouquinho de Zé Geraldo ... quando eu tiver com as fotos do show posto uma bem bonita aqui.

Aprendendo a Viver Musica que o Renato Teixeira fez para o Zé gravar, letra linda pode parecer bobeira mais na que ele cantou, ela tocou no meu Tum Tum.